Abre teu corpo е
Me deixa entrar por entre tuas pernas
Sentindo teu sexo ereto e quente
Deixe que minha boca
Sugue teu ventre macho
E do meu apelo vulgar
Participe também tu…
Apertando a minha cabeça
Querendo matar-me de paixão
Depois aceita a minha boca junto com a tua
Desliza também ao meu queixo
Meu peito e…
Faça como eu fiz…
Queira meu sexo junto do teu rosto!
Nós somos iguais como muita gente, mas…
Antes de tudo somos nós mesmo
Venha tomar o meu corpо
Que está queimando de erotismo
Criado pelo teu amor
Introduza em mim
Teu pênis – másculo e… e…
E goze frenético de emoção.
Poema de Agliberto Florêncio da Hora, presente no livro 24 Poemas Gays da Editora Grupo Gay da Bahia, publicado em 1982, em Salvador.
